Vice-líder da PSDB na Câmara dos Deputados projeta aprovação com folga na segunda votação da reforma da Previdência

A deputada federal Rose Modesto (PSDB-MS) diz que texto foi discutido de forma exaustiva na Câmara até ser aprovado na primeira votação em 12 de julho.
A deputada federal Rose Modesto (PSDB-MS), vice-líder da bancada tucana na Câmara Federal, projeta que o projeto de reforma da Previdência deve ser aprovado com folga na segunda votação que deve ocorrer entre os dias 6 e 8 de agosto.
A Câmara concluiu no dia 12 de julho a votação em primeiro turno do texto da reforma. O projeto cria novas regras para a aposentadoria. Se aprovado em segundo turno na casa, segue depois para apreciação do Senado.
“Eu acredito que sim [aprovação com folga do projeto], até porque foi discutido de forma exaustiva até ir para a votação no primeiro turno. Teve votos suficientes porque a reforma chegou com um texto, mas foi trabalhada pela Câmara. Muitas emendas e vários destaques”, apontou a deputada em entrevista a TV Morena nesta sexta-feira (2).
Rose aponta que graças as modificações realizadas no projeto pelos deputados, a proposta ainda apresenta um resultado fiscal importante para o país, mas, em contrapartida, é mais justa e menos dura com alguns segmentos e setores importantes.
Estimativa apresentado pelo secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, logo após a aprovação do projeto em primeiro turno, aponta que o governo federal deve ter uma economia com a reforma de R$ 933,5 bilhões em dez anos.
Essa cifra corresponde ao valor que deixará de ser pago aos beneficiários, e também o aumento de receita com a cobrança da Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL) dos bancos.
Entre as modificações que a Câmara fez no texto, a vice-líder do PSDB cita, por exemplo, a modificação das idades mínimas para a aposentadoria de professores. No texto original era de 60 anos para ambos os sexos e foi alterada para 52 anos para as mulheres e 55 para homens.
“Essas e outras mudanças nos deram a tranquilidade para votar. E não é que eu como professora estou sendo corporativista. É um reconhecimento. Todos nos sabemos. No estudo, na preparação o professor é o protagonista em nossa vida”, destacou. * G1MS
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