Lama Asfáltica: após prisões e investigação, fiscais da Agesul são demitidos do Governo

Os ex-funcionários são réus da operação Lama Asfáltica e um deles chegou a ficar preso
Réus da operação Lama Asfáltica, Wilson Roberto Mariano de Oliveira e Fausto Carneiro da Costa Filho, funcionários da Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul/ MS), foram demitidos do cargo de fiscal de obras. A publicação foi realizada no Diário Oficial do Estado (DOE página 103), desta quarta-feira (7).
Os dois fiscais sofreram processo administrativo e foram demitidos por violações a diversos artigos da Lei Estadual nº 1.102/1990.
Wilson chegou a ficar preso por quase um ano, foi demitido por violação aos deveres funcionais previstos nos incisos III e XII do artigo 218, que consiste em desempenhar com zelo e presteza os trabalhos de que for incumbido e estar em dia com as leis, regulamentos, regimentos, instruções e ordens de serviço que digam respeito às suas funções; ele também infringiu o art. 235, incisos VII e XII, de lesão aos cofres públicos e dilapidação do patrimônio estadual; desídia no cumprimento do dever.
Fausto também teve a demissão assinada devido a lesão ao cofre público, dissídio no cumprimento do dever e pelo não cumprimento dos deveres relacionados a função. Ele infringiu termos do art. 231, inciso IV, combinado com os arts. 235, incisos VII e XII, e 236, por violação aos deveres funcionais previstos nos incisos III e XII do art. 218.
As investigações da Lama Asfáltica, tiveram início em 2013. Em 2015, ocorreram as primeiras prisões e membros da organização criminosa que fraudavam licitações e contratos com o intuito de desvio de dinheiro começaram a aparecer. De acordo com o Polícia Federal, Wilson Mariano usou a esposa Maria Helena Miranda de Oliveira e a filha Mariane Mariano de Oliveira Dornellas como laranjas para ocultar recursos milionários. * Top Mídia News.
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