Camapuã: Ex-Prefeito Marcelo Pimentel Duailibi (DEM), poderá ser expulso do Partido.

Ex-Prefeito de Camapuã MS; poderá ser expulso do Partido (DEM), em virtude de ter infringido alguns artigos do Estatuto do Partido, conforme transcreve abaixo.
DEM (Democratas), o “partido das Novas Ideias”, que possui como Presidente Nacional Prefeito ACM Neto, conforme comissão executiva nacional eleita na convenção de 30/05/2019 e que também fazem parte da executiva 2 (dois) brilhantes ministros do governo Bolsonaro e que são Sul-mato-grossenses “Luiz Henrique Mandetta” e “Tereza Cristina” e que tem como Presidente do Diretório Estadual o Vice-Governador Murilo Zauith.
O Diretório Municipal de Camapuã, possui como Presidente Marcelo Pimentel Duailibi, e como líder de bancada do partido no Legislativo Camapuanense o Ex-Secretário de Estado, Ex-Prefeito e atual vereador Dr. Hugo José Bonfim, que terá sub a sua responsabilidade a “ARDUAL TAREFA” em efetuar a Expulsão do Ex-Prefeito Marcelo Pimentel Duailibi.
O Ex-Prefeito, infringiu vários itens dentro do Estatuto do Partido Democrata como:
CAPÍTULO IV
DO CANCELAMENTO DA FILIAÇÃO
Art. 15 – O cancelamento imediato da filiação ocorrerá nos seguintes casos:
I – …;
II – Perda dos direitos políticos;
III – Expulsão;
IV – Desfiliação voluntária.
Pois dentro do Estatuto do Partido a não observância dos preceitos acima descrito, poderá o Diretório Estadual, conforme Art. 16, quanto a desobediência, em processo sumário, intervir na dissolução do Diretório inadimplente, isto é o “Diretório Municipal”.
Mas temos plena certeza que a maneira mais honrosa e menos traumática do Ex-Prefeito Marcelo Pimentel Duailibi é sua “desfiliação voluntária”, ficando o mesmo livre para integral qualquer outra agremiação partidária que o interessa.
Destaquems: Se coloca à disposição do líder do Partido Democrata no legislativo para posicionamentos quanto a expulsão.
“Menino Maluquinho” e “Engraçadinho” continuarão buscando algo novo da política Camapuanense e informando a comunidade, pois as eleições se aproximam e não devemos cometer “erros grosseiros” na escolha de novos dirigentes.
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