Com medo de morrer, assassino de Carla assina termo para ficar no Instituto Penal

Marcos André responde por feminicídio, vilipêndio e ocultação de cadáver
O servente de pedreiro Marcos André Vilalba de 21 anos, que tentava uma transferência para o Centro de Triagem em Campo Grande desistiu e preferiu ficar encarcerado no IPCG (Instituto Penal de Campo Grande) após ser informado de que a sua transferência só poderia ocorrer para a Penitenciária de Segurança Máxima da Gameleira ou para um estabelecimento penal do interior, devido ao crime sexual que praticou. Ele é acusado do assassinato de Carla Santana Magalhães de 25 anos.
Marcos assinou um termo quando foi pedida a sua transferência pela defesa. Nesse termo, que precisa ser relato os fatos que embasam o pedido, o servente afirmou que nunca sofreu ameaças, agressões físicas ou psicológicas e que tem um bom convívio com a massa carcerária. No IPCG são encarcerados em sua maioria detentos, que praticaram crimes sexuais ou que sofrem algum tipo de ameaça, que coloque em risco a vida do detento.
No Instituto Penal existe uma ala específica para os autores de crimes sexuais. Marcos André estuprou Carla depois de morta, praticando o crime de vilipêndio de cadáver o que em outros presídios onde não existe ala especifica para este tipo de crime, o servente correria risco de vida, já que no ‘código’ dos presos essa violação não é aceita.
O servente foi denunciado pelo MPMS (Ministério Público Estadual) pelo assassinato de Carla. Ele foi indiciado por feminicídio, vilipêndio de cadáver e ocultação de cadáver. A jovem foi sequestrada no dia 30 de junho em frente de sua casa por Marcos que aplicou um golpe de mata leão nela, e a arrastou para dentro de sua casa a esfaqueando no pescoço.
Depois de matar Carla, o servente levou o corpo para o banheiro, o lavou e estuprou a jovem. Ela foi colocada debaixo da cama dele, que conviveu com o corpo por mais dois dias até o abandonar em frente a uma conveniência na esquina da casa da família de Carla. * Mídiamax.
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