Investigador preso com delegado após morte de Boliviano volta a trabalhar

A portaria com a suspensão foi revogada e publicada no Diário Oficial
O investigador da Polícia Civil Emmanuel Nicolas Contis Leite, afastado do cargo juntamente com o delegado Fernando Araújo da Cruz Junior após a morte de um boliviano, vai voltar a trabalhar. Ele foi preso em março deste ano e liberado no último dia 14. A portaria que determinou o afastamento das funções do policial foi revogada e publicada no Diário Oficial do Estado de segunda-feira (27). Araújo continua preso.
Eles tiveram a prisão decretada pela Justiça a pedido da Corregedoria da Polícia Civil, que realizou operação em conjunto com a Delegacia de Homicídios e o Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros) no dia 29 de março, em Corumbá.
A prisão temporária dos dois servidores públicos da Polícia Civil é por envolvimento na morte do boliviano Alfredo Rangel Weber, 48 anos, na noite do dia 23 de fevereiro. O estrangeiro foi morto a tiros dentro de uma ambulância, na rodovia Ramão Gomes, que vinha da cidade fronteiriça de Puerto Suárez para o Hospital de Corumbá.
O delegado Fernando Araújo é o principal suspeito do crime. Já o investigador Emmanuel, foi detido por supostamente dar suporte ao delegado.
Alfredo foi morto na frente de sua filha, uma irmã, do motorista da ambulância e de um médico plantonista que o acompanhava. * Top Mídia News.

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