‘Pai da criança’: Dagoberto reclama autoria de projeto de Bolsonaro para CNH

Deputado federal diz que apresentou projeto igual no ano passado
Projeto de lei entregue nesta terça-feira (4) na Câmara dos Deputados, pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL), que mexe no limite de pontos necessários para a suspensão da CNH (Carteira Nacional de Habilitação) e ainda amplia de cinco para dez anos a validade do documento, deve ser sancionado antes do recesso parlamentar, que começa no dia 17 de julho. É o que acha o deputado federal sul-mato-grossense Dagoberto Nogueira, do PDT.
Outra observação do parlamentar: o projeto de Bolsonaro, compromisso de campanha dele, é bem parecido ao apresentado pelo próprio Dagoberto, em abril do ano passado. Ou seja, o presidente encampou uma ideia que já havia sido debatida no Senado.
Hoje, o projeto de Dagoberto está parado. Ele disse ter apresentado a proposta pensando em profissionais diretamente ligados à estrada e vias urbanas, como motoristas de ônibus, caminhoneiros e taxistas. “Minha proposta é também a de aumentar de 20 para 40 pontos para suspensão da carteira. O profissional penalizado pode perder o emprego, a profissão”, disse o deputado.
Dagoberto citou como exemplos de situações que podem punir o motorista, de maneira suspeita, os radares instalados na BR-262, que liga Campo Grande a Corumbá. Ele disse que entre Miranda e Aquidauana a velocidade permitida é de 100 km/hora. “De repente, num trecho de dois quilômetros, a velocidade cai para 80 km, sem justificativa, isso tinha de acabar, é a indústria da multa”, criticou o parlamentar, que já presidiu o Detran de MS.
Para o projeto de Bolsonaro virar lei é preciso que a proposta seja examinada pelos deputados federais e senadores. * Top Mídia News.

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