Na Lata: fronteira em chamas e prefeito fala em ‘mar de calmaria’

É ou não é pra acabar mesmo?
Morte dia sim, dia também. Terceiro maior corredor de drogas do mundo. Fuga em massa de prisioneiros ligados à facções criminosas. Essa é a situação da fronteira do Brasil com o Paraguai, especificamente no Sul de Mato Grosso do Sul.
Situação de tamanhas proporções que fez o Estados Unidos da América não recomendar viagens de seus conterrâneos para a faixa de fronteira, principalmente entre Ponta Porã e Pedro Juan Caballero.
Mesmo assim, veja o que disse o prefeito de Ponta Porã Hélio Peluffo sobre a situação:
“Não conheço as razões mais a fundo desse alerta, mas acho um exagero. Não tem como precisar como vai afetar, mas qualquer notícia ruim prejudica. A gente sofre muito com as notícias negativas da região, mas que acontecem no país vizinho. Vivemos mar de calmaria há vários meses, céu de brigadeiro. A fronteira está extremamente tranquila”, afirmou Helio Peluffo, em entrevista ao CampoGrandeNews (damos sim crédito aos concorrentes).
Hoje, 90 presidiários fugiram. Ano passado, 54 pessoas foram assassinadas só em Ponta Porã. Sem mais…
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